terça-feira, 26 de julho de 2016

A Expofeira


A história pode ser entendida como o estudo de todos os tipos de sociedade humana desde as origens da humanidade ate os dias de hoje, ela é muito importante para nos fazer entender alguns acontecimentos e fatos atuais. Os profissionais que se dedicam ao estudo e ensino da historia, são chamados de historiadores, e é por meio de investigações e vestígios que eles conseguem compreender algum fato passado.
     É muito importante saber a história de onde moramos para entendermos porque nossa cidade tem determinadas características. Por isso vamos contar, a partir desse texto, o pouco que sabemos da nossa cidade: Feira de Santana.
      Feira de Santana , segundo alguns relatos , surgiu por conta da fazenda Santana dos Olhos D‘água. Nessa fazenda havia fluxo de pessoas interessadas em passar noites aqui cuidando de seus gados, pois nela havia mantimentos necessários para isso. Essa fazenda foi se expandindo ate virar um povoado e posteriormente, uma cidade. A expofeira , um dos lugares que estamos estudando , contribuiu para a formação dessa cidade.
         A expofeira de acordo com algumas fontes é o resultado das transformações da velha feira do campo do gado. Hoje na expofeira, são comercializados produtos agropecuários, com vários stands comerciais. Esta feira já foi uma das maiores realizadas no Brasil, atraindo varias pessoas para Feira de Santana, contribuindo assim para o crescimento econômico e social da cidade.
         Atualmente, a expofeira é uma exposição agropecuária que ocorre somente durante uma semana no mês de setembro, a localização dela é longe da área urbana, e ela tem varias atrações que chamam atenção dos turistas, e moradores da cidade como: shows musicais, comidas típicas, passeios a cavalo, parque de diversão, negociação e comercialização de animais e rodeios.
        Achamos que essa pesquisa foi muito importante para entendermos a historia da nossa cidade, de como ela surgiu, e para entendemos algumas características atuais da cidade.
Ana Luiza Ribeiro
Ana Clara Arruda
Beatriz Barros
Sophia Daltro.

domingo, 24 de julho de 2016

Beco do Mocó


Sabemos que o estudo da História está relacionado com uma investigação e explicação de fatos do passado que nos ajuda a entender melhor a sua origem, desenvolvimento, características sociais, políticas, humanas, culturais presentes nos dias de hoje.

A História de Feira de Santana inicia-se na Fazenda Santana dos Olhos D’Águas, ainda no século XVII, dada a sua privilegiada posição geográfica, tornando-se um ponto de aglomeração e de pouso para viajantes e tropeiros que vinham das regiões Norte e Centro-Oeste do país.

Os donos da fazenda construíram a fonte Olhos D’água, bem como uma capela em louvor a Nossa Senhora Santana e a São Domingos. Depois disso, acabou por atrair ainda mais os viajantes e tornou-se ponto de parada obrigatória dos vaqueiros mercadores que seguiam para vender gado em Salvador. Essa concentração de viajantes deu origem a uma feira livre que por muitos anos ocupou a Praça do Mercado de Artes. Moradores locais da fazenda também ofereciam ali seus produtos, como o café, o milho e a cana. A referida troca de mercadorias se tornou comum nessas terras, que em 1873 recebeu a denominação de cidade.

O Beco do Mocó está localizado aqui em Feira de Santana, entre as ruas Marechal Deodoro e Conselheiro Franco. Ele foi denominado pela Prefeitura Municipal como Rua 7 de Setembro, e ficou conhecido também por Travessa Joaquim Pitombo.

É um dos Becos mais antigos e famosos da cidade, que fica no centro comercial, abrigando diversos comerciantes e feirantes.

O referido Beco recebeu este nome porque antigamente eram vendidos mocós já abatidos, os quais ficavam em grandes cestos de palha no chão da feira livre. Segundo o dicionário, o mocó é um animal roedor, pouco maior que o preá, de cor cinzenta, com mistura de pêlos pretos e amarelos, e que vive em tocas.

Vale ressaltar que “A Cearense” foi uma das primeiras lojas a se instalar no Beco, e vendia variados utensílios para casa. Existiam também outras lojas antigas, como a de consertos e vendas de armas, a farmácia de “Seu Cumpadinho” que vendia “remédios” feitos à base de cachaça e couro de animais, sendo exemplo os de jacarés e cobras.

Por ser uma via de fácil acesso, o local ainda guarda suas histórias e curiosidades, encontrando-se perpendicularmente com o conhecido “Beco da Energia”, que ganhou este nome devido a uma estação antiga de distribuição de energia elétrica que funcionou ali durante muito tempo.

Atualmente nesta feira, ainda são encontrados vários produtos, tais como: cascas de árvores, folhas medicinais, temperos, plantas, frutas, verduras, lanches, doces e água mineral.

Já nas lojas fixas são vendidos: móveis, roupas, peças íntimas, calçados, bijuterias, antenas parabólicas, materiais esportivos e ervas.

O famoso Beco da Energia, para quem não sabe, hoje abriga diversos comerciantes, feirantes e alguns dos prostíbulos mais antigos de Feira de Santana. Ele agora está de cara nova, pois ganhou algumas melhorias e um lindo colorido com a intervenção de várias imagens artísticas, sendo transformado em uma galeria de arte a céu aberto. Esta idéia foi do artista feirense Márcio Punk, e contou com a ajuda de outros artistas, tais como: Don Guto, KBÇA, Ivan Coelho, Charles e Gabriel Ferreira.

Gostei bastante da proposta desse trabalho de investigação da história das feiras livres de Feira de Santana, sendo para mim uma experiência positiva e enriquecedora, uma vez que eu e meus colegas não ficamos somente “presos” na sala de aula, e tivemos a oportunidade de visitarmos, pessoalmente, várias feiras da nossa cidade, as quais nos mostraram características de tempos passados, adaptadas ao nosso presente.  
Erick Lima Brito
Erico Alves Campos
Vctor Carneiro P Leite

Feirinha do Tomba


História

    A palavra história significa conhecimento por meio de uma indagação e deriva de histor: "sábio ou conhecedor". Para que seja mostrada como era a vida dos povos que viveram antes de nós, é necessário que pessoas especializadas, os historiadores, entrem em cena. Seu trabalho consiste em estudar documentos, registros, marcas e vestígios  deixados pelos povos que viveram no passado. Através da análise de documentos e vestígios históricos, eles criam sua própria versão daquilo que possa ter sido as várias situações de determinada época.
História Feira de Santana

     Feira de Santana era um loteamento de uma sesmaria, que pertencia a João Peixoto. Ele então resolveu dividir tudo em fazendas para vender e evitar confusão. Seu Domingos Barbosa de Araújo e dona Ana Brandão compraram o que hoje é Feira, e criaram uma igrejinha com apenas dois santos: São Domingos e Santa Ana. A igrejinha ficou famosa, e criaram uma feirinha, que cresceu muito rápido, e comerciantes começaram a construir suas casas. Com muitas casas, criaram uma praça com a igreja no centro e cresceu virando povoado. Batizaram esse povoado de Santana da Feira, virando vila e se separando de Cachoeira, até virar cidade com identidade própria. Como festa tem a bela expofeira e a micareta, maior festa do interior que mais levanta poeira, o dia e a noite inteira. A Bacia Hidrográfica de Feira tem formato de tripé e deságua nos rios Jacuípe, Pojuca e Subaé. Rodovias importantes passam por Feira, como as BR 324 e 116. Feira de Santana tem grande produção de frutas e a pecuária é forte, mas o comércio é atualmente o fator mais importante da sua economia.

 Bairro do Tomba

    As feiras livres surgiram no ano de 1977 e a Sales Barbosa, o Beco do Mocó, e o Olímpio Vital foram as ruas por onde começaram as feiras. Tempos depois foi inaugurado o Centro de Abastecimento onde  ordena feirantes. As feirinhas do Tomba, Cidade nova, Estação Nova, Baraúnas e Sobradinho surgiram, pois os feirantes tinham dificuldade de se deslocarem para o Centro de Abastecimento, então começaram a armar feiras em bairros. As feiras do centro de Abastecimento funcionam a semana toda e as feirinhas dos bairros funcionam um dia só. O Bairro do Tomba surgiu após a construção da Fazenda Olhos D’Água. "Ponta de Rua" era o nome dado as ruas principais e os Bairros que localizavam após essas ruas. O Bairro do Tomba que inicialmente tinha o nome de Morro do Macaco, é o mais populoso de Feira de Santana, localiza-se na zona sul da cidade, a 2 km do centro, próximo à Av. de Contorno; por ser um bairro muito grande, o Tomba tem Sub-bairros dentro dele mesmo. A maior fonte de renda está no comércio, mão de obra e terceirização. As empresas que mais contratam são as indústrias. O Bairro também é conhecido por ter uma mangueira que gerou sombra e abrigou o Imperador Dom Pedro II, quando esteve na cidade. No Bairro existe uma importante caixa D’Água de propriedade da Embasa que lembra um disco voador.O Tomba tem um comércio forte com caixa eletrônico, agência do banco postal, escolas, casa lotérica, posto de gasolina, clínicas, laboratórios e uma feira livre na Praça Macário Barreto. Essa feira é bem diversificada na oferta de produtos como frutas, hortaliças, verduras, grãos, peixe, carnes, aves, etc. Segundo D. Maria Nilza, feirante entrevistada e que trabalha lá há cerca de cinquenta anos, as pessoas vendiam os produtos produzidos nas fazendas e chácaras debaixo de uma jaqueira. Hoje, eles compram os produtos para revender e disse que a feira mudou bastante de uns quinze anos para cá, com a reforma e ordenamento das barracas e do galpão de carnes, o que proporciona maior higiene e organização, (antes tudo era exposto no chão e as carnes penduradas em paus),  atraindo assim, um maior número de clientes. O Bairro também é conhecido por ter uma mangueira que gerou sombra e abrigou o Imperador Dom Pedro II, quando esteve na cidade. No Bairro existe uma importante caixa d’água de propriedade da Embasa que lembra um disco voador.
Johan Victor 
Enzo Santana
Rebeca Falcão

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Shopping Boulevard Feira de Santana


A historia é uma ciência, que estuda o passado da humanidade. O objetivo da história é responder as perguntas como: o que realmente aconteceu no passado? Por que aconteceu de uma maneira e não de outra, ou seja, os historiados procuram descobrir o que aconteceu no passado e tentam transmitir isso com ajuda de documentos. Ao estudamos história nos deparamos com o que os homens foram e fizeram, e isso nos ajuda a compreender o que poderíamos ser e fazer na Idade Média. Os comerciantes começam a dar sinais da sua existência a partir do século X, quando a produção de alimentos aumentou, e começaram as trocas. E também como as Cruzadas trouxeram as especiarias, que eram alguns temperos para nossos alimentos. E os primeiros grandes centros comercias surgiram por volta do século X a.C. e tem seu inicio com o grande bazar nos dias atuais o que melhor representa o desenvolvimento destas feiras resultou nos shoppings atuais.

Feira de Santana, cidade do interior da Bahia, possui um certo envolvimento com a história medieval: como seu próprio nome diz surgiu de uma Feira, pois a localidade, onde atualmente é Feira de Santana, vendia gados e tinham instalações de currais. O povoamento foi surgindo com a doações de terras pelos reis portugueses e alguns súditos. Em feira, a família Peixoto Viegas foi detentora das terras, as quais teve início o município, chamadas Jacuípe, Água Fria e Itapororocas. Essa vocação para sediar núcleos de criação e engorda de gado resultou, entre os séculos XVII e XVIII, numa crescente afluência de pessoas que periodicamente vinham para essas terras, favorecendo a implantação de um pequeno arraial e com o passar do tempo de uma feira semanal. Como herança dos tempos de arraial, a feira semanal propiciou o surgimento do comércio feirense que além de favorecer a economia local, configurou-se como uma das características marcantes da sociedade que a fomentou. A influência, a principio comercial, ampliou-se devido a rota que ligava o sertão ao litoral, dando a Feira uma importância crescente no cenário regional daquela época. Feira de Santana foi se desenvolvendo, formando-se em um grande centro comercial. Em 1999 foi inaugurado o Shopping Boulevard..

No Brasil o shopping foi introduzido precisamente na cidade de São Paulo, pelo empresário Alfredo Matias, considerando uma inspiração no modelo americano de consumo. “Ir ao shopping, comprar ou simplesmente passear”. Passaram a ser símbolos de uma nova sociedade que centrava na dimensão das compras , o elemento revolucionário do shopping.o shopping de Feira de Santana para concretizar o sonho de modernidade e confirmar que a cidade é um grande polo comercial, atualmente, um dos maiores do país o shopping apresenta um ambiente citadino.Traz para a cidade lojas multinacionais que também passa a fazer parte do centro comercial de Feira de Santana. Essas lojas e as praças de alimentação vem conferindo a cidade status de moderna. Inaugurado em 23 de abril de  1999 , o Shopping Boulevard Feira é o mais moderno shopping do interior da Bahia.
Alice Rodrigues
Newton Torres
Ester Rodrigues


domingo, 28 de junho de 2015

Terminal Rodoviário de Feira de Santana

O Terminal Rodoviário de Feira de Santana, tem 44 anos. Foi inaugurado em 1967, administrado pelo SINART desde junho de 1991. No terminal encontra-se o maior painel do artista plástico Lênio Braga.
            Os principais destinos de viagens são: Aracajú, Belo Horizonte, Fortaleza, Lagarto, Recife e Salvador.
            As principais agências de ônibus são:
Expresso São Luiz
Itapemirim
Penha
Rápido Federal
Real Expresso
            A rodoviária de Feira de Santana é a maior e mais movimentada do interior da Bahia. As pessoas que passam por lá são bem atendidos, lá achamos lojas de cosméticos, alimentos, bancos e outros além de ter caixas eletrônicos, rampas e o chão é sinalizado para pessoas com deficiência visual, mas existe uma reclamação contra a falta de segurança e o valor dos banheiros pois várias pessoas falam que o dinheiro era para ser em estrutura dos banheiros.  

            Painel: Uma obra de Lênio Braga: XILOGRAFURA, homenagem ao sertão e “as coisas boas do sertão”, esta obra relata fatos acontecidos em Feira de Santana refere-se ao bicho do Tomba. Nesse painel também tem santos, padres, meninos, panelas, colheres, gados entre outras coisas representadas.

                                                                          Giovana Guerra e Rauani Peixoto

A Praça do Lambe Lambe

Uma das praças públicas de Feira de Santana é a Bernardino Bahia, que foi fundada no início do século XX. Nela foi construído o primeiro coreto desta cidade no ano de 1915 pelo Intendente Bernardino Bahia.
Esta praça , no entanto, é mais conhecidas pelas pessoas pelo nome de praça do Lambe-Lambe.
Lá estão os fotógrafos ambulantes de praça pública conhecidos como lambe-lambes, daí o apelido da praça.
Na saída de campo com o professor Augusto passamos pela praça mas não pudemos parar para visita-la devido a falta de lugar para estacionar.
No dia 25/05/15 , eu e minha dupla para a realização deste trabalho, estivemos lá novamente para conhecer o trabalho de um fotógrafo ambulante lambe-lambe.
Chegamos na praça às 15:00 e escolhemos um box para conhecermos.
Sr Luis Abreu de Almeida nos recebeu e com satisfação falou sobre a praça e o seu trabalho. Ele contou que está na praça há 31 anos, desde 1984. Demos muitas risadas quando ele nos explicou a origem do nome “lambe-lambe”. Matamos a nossa curiosidade.
Ele explicou que no processo de revelação da foto tirada, eles primeiramente colocavam-na no líquido Revelador. Após isso, lavavam e depois colocavam a foto no líquido Fixador, que continha sal. Após um tempo no fixador eles lavavam a foto e para saber se ainda tinha sal eles lambiam a foto. Se ainda tinha sal era preciso lavar mais para que a foto não ficasse amarelada. Eles tinham que remover todo o fixador. A foto só ficaria boa se, ao lamber, não houvesse mais sal.
Tivemos a oportunidade de vivenciar o trabalho de Sr Luis, revelando oito fotos 3x4.
Porém, ele explicou que a revelação hoje em dia é digital( Ufa! Não lamberam a foto!), devido ao custo. Se ele fosse comprar papel, revelador e fixador a foto sairia R$ 50,00.
Ele relata que o movimento já não vale tanto a pena. Muitos boxes estavam fechados no momento da nossa visita. Sr Luis nos contou  que alguns desistiram e outros que só vinham pela manhã, pois esta profissão de fotógrafo lambe-lambe está “sendo extinta”.
 A praça Bernardino Bahia sofreu uma reurbanização no ano de 2000.

                                                                Aíssa Marques Mamede Harbibe  e  Bruna Santana Reis

Mercado de Artes

O Mercado de Artes foi construído entre 1914 e 1915 para ser o mercado municipal. Inaugurado pelo coronel Bernadinho Bahia, intendente de então. O custo da obra foi de 100 contos. Hoje está passando por uma restauração.  Elementos culturais típicos do passado e presente da cidade podem ser encontrados lá como: roupas, esculturas e quadros.
Com uma arquitetura neoclássico, abrigou por décadas o comércio de secos e molhados e foi o principal ponto da grande feira de gado que acontecia todos os sábados e segundas-feiras, reunindo caboclos do sertão que negociavam os produtos nordestinos. 
Em 1976, quando Feira de Santana inaugurou seu novo entreposto comercial, o centro de abastecimento, o mercado municipal foi fechado. O prefeito Colbert Martins, em 1980, organizou uma reforma transformando-o estação comercial e de cultura popular de culinária colorida e saborosa, abrigando também um artesanato rico ponto de encontro de apresentação de cordelistas e repentistas, além de outros produtos regionais e passou a se chamar de Mercado de Artes Popular.

                                                               Eduardo Américo e Joaquim Souza